EDUCAÇÃO FINANCEIRA TAMBÉM É ASSUNTO DE CRIANÇA

Educação financeira nas escolas é matéria para os pequenos consumidores.

No Brasil a educação financeira não faz parte da realidade da maioria das famílias. E as leis , que regulam a publicidade na mídia, ainda não consideram importante proteger um dos maiores consumidores/telespectadores, o público infantil. Com dois fatores como esses, as escolas estão percebendo a necessidade de levar a educação financeira às crianças.

Muito se fala sobre o consumo consciente, mas como as famílias não tem o hábito de conversar sobre finanças com os filhos, a questão de como lidar com os desejos e a realização deles, são os grandes desafios e o maior alerta para que quanto mais novos, mais devemos nos importar em ensinar sobre dinheiro. Isso pode trazer mais qualidade de vida futura aos cidadãos e ao meio ambiente.

Parar para refletir sobre os pequenos consumidores, que se comparados com outras crianças no mundo, são os que passam mais tempo em frente à televisão, fez com que a educação financeira infantil passasse a ser necessária. Para cada idade, diferentes pontos deverão ser abordados. Sendo que o objetivo principal é o de trabalhar com a diferença entre os desejos e o que é necessidade, junto a isso, deve-se oferecer às crianças a oportunidade de desenvolver habilidades como aprender a fazer escolhas, planejar, gastar e poupar. As crianças vão viver situações para que construam a noção de quantidade e de como aprender a adiar desejos.

Investir em educação financeira infantil, com foco na formação de consumidores conscientes, poderá contribuir para a formação de adultos com uma base para uma equilibrada relação com o dinheiro, com maiores chances de aproveitar oportunidades, de realizar objetivos e de buscar formação e aspirações compatíveis com suas finanças e com a possibilidade de planejamento.

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Autor: EducarBrasil